Perrengues de Imigrante – Parte 2

Na primeira parte dessa série cheia de tensão e ansiedade, quase um suspense ficcional não fosse o fato de ser tudo verdade, eu contei a minha saga, ainda inacabada, para tirar a carta de motorista em Portugal. Em breve trarei mais novidades sobre esse assunto. Essa segunda parte, cronologicamente, teve início antes da história da carta de motorista, na verdade começou há exatamente um ano, … Continuar lendo Perrengues de Imigrante – Parte 2

Não dá pra reviver o primeiro amor

Não sei se é assim para todo mundo, mas meu primeiro amor foi mágico. Mágico e platônico. Eu estava na quarta série, deveria ter uns 10 ou 11 anos e me apaixonei perdidamente por João Augusto (nome fictício), um coleguinha da minha sala. Meu amor consistia em falar dele para as minhas amigas e ficar vermelha quando ele falava comigo. João Augusto não era popular … Continuar lendo Não dá pra reviver o primeiro amor

Perrengues de Imigrante – Parte I

Não é preciso ter morado fora do país para saber que, independente de para onde você vá, existem diferenças físicas, culturais, linguísticas e várias outras com as quais nos deparamos mais ou menos frequentemente. Quando estamos visitando um país novo, essas diferenças costumam ser interessantes, legais e divertidas e muitas vezes viram boas histórias de viagem. Mas quando estamos morando, ou tentando fixar residência, essas … Continuar lendo Perrengues de Imigrante – Parte I

Pode me chamar de princesa

Porque eu namorei um príncipe. Bom, talvez namorar seja um pouco sério demais para o tipo de relacionamento que nós tínhamos, considerando que nunca conversamos sobre exclusividade. E príncipe… bem, ele era um príncipe, mas como ele era árabe e praticamente todo homem que nasce na Arábia Saudita é príncipe, digamos que ele era um príncipe classe média (classe média que na Arábia Saudita significa … Continuar lendo Pode me chamar de princesa

Pessoas evoluídas e os reality shows

Decidi escrever esse texto para tentar entender porque pessoas evoluídas assistem reality shows. Nesse momento eu não sei a resposta, mas como o processo de escrita me ajuda a entender algumas coisas, estou torcendo para que eu chegue ao fim desse texto com uma resposta razoavelmente boa. Vou começar dizendo que eu amo reality shows. Não me acho que uma pessoa propriamente evoluída, mas sou … Continuar lendo Pessoas evoluídas e os reality shows

Memória afetiva e o Starbucks

Todos nós temos memórias afetivas. Aquelas lembranças que surgem por causa de um cheiro, de uma comida, de um lugar ou de qualquer coisa mesmo. Eu tenho muitas. Aquela música “Right Here Waiting” do Richard Marx, famosa nos anos 1990, me lembra a primeira música lenta que eu dancei, num bailinho (que em Porto Alegre se chamava reunião dançante) na casa de algum colega da … Continuar lendo Memória afetiva e o Starbucks

Da série dates ruins – Afundando num double date

Hoje estava ouvindo o podcast “É nóia minha”, o tema era Dates Ruins e eram áudios da audiência contando histórias engraçadas de encontros bem péssimos. Fiquei pensando se eu tinha alguma história pra contar e algumas poucas me vieram à cabeça. Que eu me lembre, eu nunca fui a um encontro com alguém que eu tenha conhecido online. Digo online porque eu sou do tempo … Continuar lendo Da série dates ruins – Afundando num double date

Dessa água não beberei

Pois é, bebi. É muito louco como às vezes as coisas estão ali, dançando na nossa frente, e a gente prefere virar a cara a ouvir o que elas têm a dizer. Sim, é um começo abstrato para esse texto, mas eu prometo que eu vou explicar. Quem me conhece ou já leu alguns textos desse blog sabe que eu construí uma carreira “de sucesso” … Continuar lendo Dessa água não beberei

Quando as peças se encaixam

Já tentei meditar muitas vezes, muitas. Já fiz curso de meditação, meditação guiada, usei aplicativos, tentei a técnica da vela, da respiração e várias outras. Já meditei sentada numa cadeira, de pernas cruzadas no chão, na sala, no quarto, no corredor. Já tentei de tudo e parece que meditar não é para mim. Eu não tenho paciência, perco o foco, começo a pensar em mil … Continuar lendo Quando as peças se encaixam

Saudade do que não aconteceu

Desde que eu comecei a escrever esse blog e relembrar várias histórias de viagem, do trabalho e da vida em geral, que eu tenho me sentido muito nostálgica. Pensando em como seria minha vida se eu ainda vivesse na Austrália ou na Guatemala, se não tivesse me casado, se não fosse mãe. Se continuasse viajando sem parar, pulando de empresa em empresa, saindo com amigos … Continuar lendo Saudade do que não aconteceu